imperdível:colbert, don't ask, don't tell
«Unless I write something, anything, good, indifferent or trashy, every day, I feel ill.» W. H. AUDEN & «Thanking the public, I must decline/ A peep through my window, if folk prefer/ But, please, you, no foot over threshold of mine» House, Robert Browning, 1874
sobre a vida da autora por detrás da série casa na pradaria....e não é que a realidade é outra vez muito mais interessante do que a ficção?
porque não havia festa dos meus irmãos lá em casa, daquelas onde eu não podia entra, sem nina hagen
de bag
o eu bem que insisto em ser um optimista, mesmo quando a realidade não me dá razão. parece que afinal o ps se prepara para eliminar uma discriminação jurídica com base na orientação sexual e, logo, uma inconstitucionalidade do rodenamento português abrindo-se as portas aos casamentos civis entre pessoas do mesmo sexo. ao mesmo tempo que faz isto, o ps cria uma ainda mais grave situação que é a descaracterização do casamento enquanto fonte principal de todas as relações familiares e que é a proibição de casados do mesmo sexo adoptarem independentemente de essa dopção poder ser o melhor para os menores em causa...
Independentemente das razões, ou da eventual falta delas, o afastamento de Dalila da Fundação (que eu saiba pública) que gere a Casa das Histórias de Paula Rego em Cascais só é grave por não serem públicos e transparentes os critérios que a ditaram.
Depois de tanto se terem oposto, um dos líderes do partido conservador britânico Nick Herbert anunciou o seu enlace com outra pessoa do mesmo sexo. agora fala-se de Chris Bryant, o trabalhista Ministro para a Europa, que se prepara, como é da tradição para os comuns, para se unir (no Reino Unido os casamentos têm outro nome) no augusto edifício de Westminster, mais precisamente na residência oficial do Speaker (Presidente da Câmara).
vai inteirinho para Jorge Bacelar Gouveia que escreve hoje no Público que a legalização de casamentos entre pessoas do mesmo sexo não é prioritária, mas apesar de tudo ele dedica uma das suas poucas oportunidades de palco a ela. Caro Bacelar Gouveia, explique-me lá em que medida a mudança de algumas palavras nalguns diplomas legislativos (coisa wue se fará no máximo em duas horas) distrai o Estado do combate à crise.
Serão os "casos" que correspondem a cada um dos nomes supra citados a prova acabada de que mobilidade social em Portugal só à custa de se ser arguido e, ou condenado?
Uma espécie de Priscilla na Sibéria, ou talvez não tão longe, em Moscovo, que tem recebido entusiasmadas críticas por onde tem passado.
Estará a Rússia a abrir por onde menos se esperava?
de bag
maravilhoso como as anteriores três partes. ansiando agora pela próxima temporada para ver a tetralogia toda de uma vez, como wagner a tinha pensado.o que, ou quem terá levado sócrates a fazer tantas propostas de casamento e ou de união de facto a tanta gente que obviamente não o atrai?
já se percebeu o quão penoso vai ser o final de mandato de cavaco. agora foi isto. o chefe da casa civil quis reclamar contra um jornalista da sic, mário crespo. nada de mal até aqui. em vez de o fazer, por escrito, junto da direcção de informação, fê-lo para o dono, o isento balsemão.
para quando um caso como este:
OTTAWA - Canadian Blood Services is suing a man who admits he lied repeatedly about having sex with men when he donated blood.
Kyle Freeman is counter-suing, arguing that the lifetime ban on gay men being blood donors isn’t scientifically valid and violates his constitutional right to equal treatment regardless of sexual orientation.
At the heart of Canadian Blood Service’s claim is whether a blood donor has a duty to tell the truth about his personal and sexual history — whether or not he thinks the questions are unnecessary or even discriminatory, lawyer Sally Gomery said.
The court needs to decide if Freeman’s rights were violated and, if so, whether that’s a defence for negligent misrepresentation.
Gomery argued that if Freeman believed the policy was wrong, he should have fought it.
“What that individual cannot do is take the law into his own hands,” she said.
Freeman, who is not HIV positive, admits he lied when asked if he’s had sex with another man — even once — since 1977.
He donated blood 18 times but the lawsuit focuses on four donations between 1998 — when CBS was formed after the Krever Inquiry into tainted blood — and 2002.
That’s when the agency linked him to anonymous e-mails stating he had lied when giving blood.
Freeman argues the question excludes gay men because they’re gay – not because they’ve engaged in behavior that puts them at high risk for getting HIV and other diseases.
Instead, he argues, CBS could ask people if they’d had unprotected sex, then exclude them from donating during the three months it would take for HIV to be detected in their blood if they were infected.
Freeman was asked in pre-trial discovery why he donated.
“I had been tested,” he said. “I had been cleared. I guess at that point it was a political statement. I felt that the benefit of giving blood would outweigh the political position of the blood services.”
Freeman is seeking $250,000 for “pain, humiliation and degradation” when asked about his sexual history and feeling “marginalized and excluded” because he’s gay.
The CBS argues it needs to screen out high-risk donors because there are no tests for diseases such as malaria and the human version of mad cow disease. It’s impossible to test for unknown pathogens and there’s always the risk that blood testing could fail.
The complex case — including medical evidence and constitutional arguments — could run until December.
ainda alguém se recorda de alguns dos argumentos que justificaram tantos votos em cavaco? sério, rigoroso, actualizado e institucional...algum deles justificar-se-á ainda?
A - ouviste ontém?
já sabíamos que cavaco não era muito bom com as palavras, só não tínhamos consciência do seu nível de "lata":
nunca tinha visto numa quadratura do círculo um tão agressivo e desesperado pacheco pereira. agressivo com argumentos especulativos mirabolantes que a todos queria enfiar à força pela goela abaixo. desesperado porque, enquanto homem inteligente que é (a sua qualidade é exactamente a sua tragédia) sabe que a sua estratégia (que ele tornou na do psd) falhou.
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