segunda-feira, novembro 27, 2006

One Night in Heaven

Acaba de sair a auto-biografia de Jeremy Norman, personagem mais conhecida pelo nome do seu "clube" gay londrino Heaven. Infelizmente, segundo os críticos "No Make Up: Straight Tales from a Queer Life" não é tão "revelador" da vida do autor, como da de várias "individualidades" mais, ou menos interessantes da sociedade gay, ou não Britânica.

De Bag

sexta-feira, novembro 24, 2006

AIDS remember me

ver e votar.

Para lá

Habemus sexo, não preservativo

o vaticano dá-se ao trabalho de produzir um relatório de 200, duzentas, páginas que não divulgará e que servirá de base à sua tomada de posição sobre o dito. Não vai ser dificil adivinhar qual será a posição que irá tomar Bento XVI.
Haja deus, ou lá o que é!!!!!!!!!!!!!!!

Para lá

Bruxelinos

Das profundezas do lugar comum de um inverno cinzento, frio, molhado e nórdico que me castiga irrazoavelmente as narinas e garganta, anseia-se pelo lugar comum do ar quente misturado com sonhos, sal e azul seco, áspero e "passadiço".

Nada é para sempre.

De Bag

segunda-feira, novembro 20, 2006

retratos, pinturas e polaroids



Uns dias em Londres, amigos, passeios e exposições.
Que bom!

Para lá

Do veneno de Putin a Reilly






Há um "cheiro" semelhante ao de "fim de império" no ar. Sem que muitos se apercebam, as maiores potências mundiais movimentam-se, como já o não faziam há algum tempo, para ganharem espaço de manobra, influência e poder num mundo, cada vez mais, multipolar. Só assim se explica o "descaramento" russo de envenenar um seu ex-agente em Londres.
Estamos numa época com certas semelhanças à do final da I Grande Guerra, daí lembrar aqui a história de Sydney Reilly, agente secreto Britânico, cuja biografia se confunde com a confusa história do final do século XIX na Europa e que pretendeu, quase sozinho, derrotar os Bolsheviques na Rússia. Hoje, os Bolsheviques apesar de terem outro nome, outro líder, outra agenda, utilizam, com demasiada frequência, os mesmos meios.
De Bag

E agora para algo totalmemte diferente



Michael Winner, um súbdito do Reino Unido que, após umas mal sucedidas incursões pela cinematografia, vive, com a sua coluna "Winner's Dinners", como crítico de restaurantes e hoteis para o Sunday Times, esteve hospedado, há algumas semanas atrás no Hotel da Lapa em Lisboa.

Vale a pena ler o que Winner teve a dizer sobre a sua estadia naquele estabelecimento de 5 estrelas:

Hotels are great, good or bad. There’s an abyss of difference between great and good. The Lapa Palace, Lisbon, scrapes into “good”. I’ll deal with its better points first.

It’s a lovely old 1870 villa which became a hotel in 1992. The decor and furnishings are antique, stylish and classy. The service is okay; the pool and gardens, lovely. The food, variable. I’m struggling to think of anything else. So I’ll dish out the not-so-good.

I asked the night before my arrival for a convertible rented car. I got there at 2pm. No car. This is a capital city! How long do they need to rent a car? I rang down to ask Bertrand Bonnimond, the food and beverage manager, who’d met us at the airport, to get me a street map and guide book of Lisbon, and a road map of the area. The Lisbon street guide and book appeared in the suite. I phoned him.

“I asked for a road map of the area!” I exclaimed.

“We’ll have to go out for one,” responded Mr Bonnimond, as if this was a considerable nuisance.
“Since it’s unlikely to walk in the door itself, you will have to get one,” I said icily. This is an Orient Express hotel. If I’d asked Fausto Allegri at the group’s Splendido in Portofino, I’d have been deluged with maps in half an hour. If I’d asked Patrick Debuire, reception manager of La Réserve de Beaulieu, maps would have been with me like lightning.


In Lisbon our suite was excellent in many ways. Lovely paintings, large rooms, an enormous terrace. The bathroom was ridiculous. Orient Express hotels normally have terrific chrome fitted bulbs around the mirrors so you can see yourself well. I’ve copied them at home. It helps the ladies make up. Helps me admire my three and a half-stone lighter visage. We had two silly little lights set in a high ceiling. Useless.

The toilet was open and in the bathroom. There was no bidet. Geraldine said in all the upstairs public toilets there was a bidet. They could have taken the over-large shower and used that area for toilet, bidet and a door. And used the toilet area for the shower.

At our first dinner I asked Sandro Fabris, the general manager, what was typically Portuguese.
“Roast suckling pig,” he suggested. It came with small cooked onions and some stone-cold mashed potatoes. Not a flicker of heat in them. Who, in their right mind, serves cold mashed potatoes? Never mind the speeches about how the dining room chandeliers came from Venice, Mr Fabris. Show the chef how to turn the oven on.


My Evian water was warm and left on a wooden table. I asked the restaurant manager, Chainho de Oliveira, to put it in an ice bucket. It remained warm and on the wooden table. When, after four nights I pointed out he was still ignoring my request I got no apology. But as I was leaving the room, the ice bucket appeared!

On our last evening Mr Fabris told an interminable story about his having two passports. Geraldine had enjoyed the verde wine previously, but Mr Fabris interrupted his story to recommend the Orient Express house wine. Geraldine agreed to have some. But it never arrived. Until half an hour later when I asked for it. Mr Fabris hadn’t even ordered it! Geraldine hated it anyway!

Fabris also recommended their “unique” dessert: crème brûlée with truffles. The crème brûlée arrived with no sign of truffles. I had to request them...

E assim está o nível de qualidade daquele que é normalmente descrito como um "hotel de referência" em Lisboa e em Portugal.

De Bag

sexta-feira, novembro 17, 2006

Preguiça: I do nothing, granted. But I see the hours pass - which is better than trying to fill them (Cioran)

Não me tem apetecido comentar nada.

Nem a forma como Pacheco Pereira nos tenta convencer de que o Iraque era um passo apropriado na Guerra contra o Terrorismo e, ao mesmo, tempo um passo adequado, quer à obtenção de fontes energéticas controláveis, quer à estabilização do Médio Oriente. Nem o Iraque, como um dos poucos Estados laicos da região, deveria alguma vez ter sido o alvo, nem o Médio Oriente é uma gigantesca caixa de Legos com que se possa facilmente brincar aos construtores. JPP só acerta quando aponta a gravidade da situação em que vivemos, gravidade muito agravada por algumas das opções que ele defendeu e defende de política internacional.

Nem o regresso do Circo Santana Lopes, que só serviu para alguns jornalistas, que se encontravam muito aborrecidos com a falta de assunto e de drama na política nacional, se atirarem ufanos ao esmiuçar da entrevista de Pedro. PSL tem um único ponto positivo a seu favor: a publicação de um Livro de Memória Política que, mesmo que não seja da sua autoria, é um saudável hábito que deveria ser mais seguido pelos nossos políticos, especialmente por aqueles que ocuparam cargos de responsabilidade (ainda que de forma irresponsável).

Nem muito menos a entrevista do Chefe de Estado. É que comentá-la implica ter de fazer um mea culpa. Porque achava que Cavaco, dado o seu perfil (ou falta dele), iria fazer um lugar diferente em Belém. Afinal não, Cavaco parece, em tudo o que isso tem de bom e de mau, um prolongamento do soporífero Sampaio que por lá esteve e de quem já recordamos pouco...

Afinal: "All coulours will agree in the dark" (Francis Bacon)

Como é que posso ter alguma vontade de comentar?

De Bag

quarta-feira, novembro 15, 2006

Scratch the Christian and you find the pagan - spoiled.

Israel Zangwil (Children of the Ghetto - 1892)

Da Inexistência de Galileo

A Igreja vive hoje como se Galileo nunca tivesse exisitido. E é compreensível que assim seja. O mundo tal como o conhecemos é assim por causa da Igreja e da Fé que a maioria do Mundo professa. Não há mais nenhum fundamento, nem lógica, as não ser aquilo que foram sendo os interesses e interpretações que os vários homens da Igreja foram fazendo ao longo dos tempos dos "ensinamentos" de Jesus e dos Antigos e Novos Testamentos.

Hoje parece que a Humanidade descobre novas maneiras e estéticas de se organizar, qualquer uma destas novidades é uma "machadada" no poder e na influência da Igreja. Nada mais natural então que a Igreja tenha resistido no passado à concessão de direitos políticos à Mulher, ou à declaração de Igualdade do Género, ou ao divórcio. Inteiramente natural, ainda, que resista agora às novas familias (apesar de estarem, por ora, dentro do cânone de familia como equivalendo à união com direitos e deveres de dois seres humanos), ou à ousadia do Estado em definir quando começa a vida (uma vez que a Igreja não tem grandes problemas em definir quando ela acaba, por exemplo, com a pena de morte que sucessivas enciclicas papais justificam).

Neste jogo de gato e rato, a Igreja Católica uma das mais velhas instituições, cultiva, por razões óbvias, a falta de memória. A sua e a dos outros.
De Bag

a revelação do ano

Segundo Taki, Neil Armstrong, o primeiro homem a pisar a superefície lunar, insiste que não disse "That's one small step for man, one giant leap for mankind", mas exclamou sim: "...one giant step for Manny Klein".

Quem era Manny Klein?

Manny Klein era um colega de curso na Academia da Força Aérea, que pediu à sua mulher, na sua noite de núpcias, para lhe fazer "um pouco" de sexo oral (porque é que será que estas coisas soam sempre mal em português?). Naturalmente ela recusou-se (as "meninas" naquela época não faziam essas coisas...), dizendo-lhe que só o faria no dia em que o "Homem andasse na Lua".

Manny Klein terá sido, pois, um dos primeiros a beneficiar da chegada do Homem à Lua? Ou uma das muitas vítimas de promessas por cumprir?

De Bag

sexta-feira, novembro 10, 2006

Agora que o fim de semana se aproxima, uma citação com alguns destinatários em mente...

Someone has somewhere commented on the fact that millions long for immortality who don't know what to do with themselves on a rainy Sunday afternoon. (Susan Ertz)

Até em Lisboa!?!

Estamos habituados todos a olhar para os nossos autarcas eleitos, a par com o Alberto João, como um dos últimos redutos do país que escapou à senda civilizadora dos anos 80 e 90, em que, a maioria dos nossos governantes passou a vestir, falar e comportar-se observando algumas regras de decoro.

Não nos surpreendemos aqui em Lisboa e noutros aglomerados urbanos e litorais do país com a Felgueiras, ou com o Major. Enfadamo-nos com o Isaltino e com o Rio, que encaramos como um regionalismo que liquida cada vez mais qualquer hipótese de competição entre Porto e Lisboa.

Agora as histórias e episódios passados na maior Câmara do país. As operações sucessivas do IGAT e da PJ, as birras permanentes entre vereadores e assembleia municipal supostamente da mesma cor política, os putativos despejos de vereadores da oposição por desentendimentos entre números "doises" e números uns e a situação de quase imobilismo que se vive na cidade em relação à resolução de alguns dos seus principais problemas já nos enche de apreensão e, porventura para quem se tenha deixado ludibriar nas últimas eleições, de surpresa.

E perguntamo-nos: - Até em Lisboa?!?

De Bag

quarta-feira, novembro 08, 2006

Prematuros

Aqueles que vaticinam já o ocaso dos Republicanos e da linha de governo conservadora que o Governo da América seguiu nos últimos anos estão a ser prematuros nas suas conclusões. Por muito que o Mundo Ocidental anseie pelos benefícios de um regresso à convivência com uns EUA menos dados a "cow-boiadas", o Partido Republicano (e o seu Princípe Rove) e todos os fundamentalistas, neo-liberais e neo-cons têm ainda muito tempo para se tornarem a reinventar.

De Bag

Um Livro para Daniel Oliveira

Para ler em conjunção com alguns dos últimos posts d'O Arrastão.

Porque ainda não desisti de Roma


Um livro sobre as vantagens que alguns pecados como a Vaidade e a Inveja, misturados com uma boa dose de rivalidade podem trazer a uma cidade.

De Bag

sábado, novembro 04, 2006

Rosa Montero

Ontém a entrevistada de Paula Moura Pinheiro, Rosa Montero, prendeu-me ao ecran durante mais de uma hora. Não conheço a sua obra, mas fiquei cheia de curiosidade e vou comprar o livro
Para lá


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