Durão Barroso, nobel da Paz?????
importam-se de repetir, para ver se entendo?
expliquem-me como se tivesse 4 anos, se faz favor!!!!!
Para lá
«Unless I write something, anything, good, indifferent or trashy, every day, I feel ill.» W. H. AUDEN & «Thanking the public, I must decline/ A peep through my window, if folk prefer/ But, please, you, no foot over threshold of mine» House, Robert Browning, 1874
importam-se de repetir, para ver se entendo?
Vídeo curioso produzido por um amigo da Ilga de Nova Iorque...
Incluindo-me no grupo dos que ficaram "aliviados" (isso mesmo) com o resultado do referendo de há um ano em que venceu a despenalização do aborto, nunca me senti incluido na alegria e ambiente de festa em torno da realização de referendos para decidir sobre a concessão de direitos...
Tem passado relativamente despercebido o que se passa em Espanha, país que vai a eleições legislativas muito em breve. Para além do fantasma de uma recessão que terá tudo a ver com o rebentar da bolha do imobiliário, o PSOE debate-se com o rompimento das negociações com a ETA, com um diálogo de surdos com os autonomistas das outras regiões e ainda com um "assalto" impressionante ao poder dos orgãos da Igreja Católica (oficialmente causado pela legalização dos casamentos homossexuais).
O "Senhor de Lambeth", líder espiritual da Igreja Anglicana ao afirmar defender o direito dos mulçumanos a optarem entre o respeito pelas Leis da Sharia, ou do Estado Britânico, demonstrou não ter compreendido que aquilo que torna único o edificio legislativo Britânico e, alguns dirão, o Ocidental também (mesmo quando ele contempla disposições que visam proteger religiosos do insulto) é o facto dele ter sido construído apesar da acção das Religiões. Ou seja a Lei garante maior Liberdade a todas as fés e a todos os crentes quanto mais afastada das Religiões estiver. Esta equação está na raiz da nossa civilização e é ela que nos confere o grau de bem estar e prosperidade que outras ainda não atingiram.
Rui Tavares escreve hoje no Público a propósito de um argumento muito em voga e muito utilizado, quer com o Regicídio, quer com a despenalização do aborto, de que num, ou noutro caso a solução que vingou não correspondia ao país real, mas ao urbano. Rui Tavares insurge-se dizendo qualquer coisa como "E o país urbano não faz parte do país real? Porquê?".
Parece-me que a primeira página do Público de hoje serve para escorar a de ontem. Já agora porque esperou o Público de Outubro até agora para expor esta alegada falha ética do Primeiro Ministro? Quantas mais "balas" terá ainda esse extraordinário JMF?
Passou despercebida a notícia da decisão de um tribunal no sentido de obrigar os Governos a divulgarem os contratos que celebram com escritórios de advogados. Que "surpresas" (ou confirmações) nos estarão reservadas?
A República conheceu momentos mais felizes no último quartel do século XX do que nos primeiros anos. Porventura algumas das razões que poderão explicar essa infelicidade da I República estão relacionadas com o seu extraordinariamente violento e pouco edificante "parto".
Ouvi hoje, na rádio, que o pedido de socorro que foi amplamente reproduzido nas televisões, vai ser objecto da inspecção geral da saúde, par a veriguar quem cedeu a gravação da conversa entre o INEM e os Bombeiros.
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